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terça-feira, 5 de abril de 2016

Chimpanzés podem acreditar em Deus, diz estudo



Não são apenas os seres humanos que acreditam na existência de um Deus, os chiampanzés também podem ter uma crença. Uma observação científica mostra que os animais parecem ter desenvolvido um sistema ritualístoco para cultuar um Deus.

A descoberta, realizada por um grupo de cientistas da Universidade Humboldt de Berlim, na Alemanha, se deu por meio de uma pesquisa em que foram filmados com câmeras escondidas os que registraram um comportamento grupal que não tem que parece remeter a uma crença simbólica, hipótese reforçada pelo fato de a prática ter se repetido de forma idêntica em outras ocasiões esem um objetivo claro, uma função prática, como acontece em todas as tarefas coletivas dos animais. (Veja o vídeo abaixo).


Essa descoberta  provoca um questionamento: será que o sentimento religioso e a consciência de uma entidade superior obedecem a um caminho evolutivo em que os chimpanzés estão andando na mesma direção que nossa espécie?

 Crédito da Foto: AFP - Fonte: Yahoo.

terça-feira, 1 de março de 2016

Democracia retrocede e influência da religião na política aumenta, indica estudo

Um estudo da Fundação Bertelsmann, com sede em Gütersloh, Alemanha, constatou um retrocesso da democracia e da economia social de mercado em todo o mundo e um aumento da influência da religião sobre as instituições políticas e jurídicas.
“A democracia e a economia social de mercado encontram-se em retrocesso em todo o planeta”, diz um comunicado de imprensa da fundação, no qual se resumem as conclusões do estudo.
O projeto, que contou com a participação de 250 cientistas, analisa a situação de 129 países em vias de desenvolvimento e transformação, para avaliar a qualidade dos respectivos governos, a partir da consideração de um total de 17 critérios.
Desses 129 países, a apenas seis é atribuída boa qualidade de governança, o que representa o nível mais baixo desde 2006, quando se começou a realizar o estudo periodicamente.
Apesar de nos países analisados, as democracias terem aumentado ligeiramente (de 72 para 74) e as autocracias terem diminuído de 57 para 55, a situação geral piorou relativamente a cada uma das respectivas formas de governo.
Desde o mais recente estudo – há dois anos –, as autocracias consideradas “duras” aumentaram de 58% para 73% e apenas 15 das 55 consideradas protegem em parte os direitos civis e se outorgam direitos políticos limitados.
Nas demais 40 autocracias, as detenções arbitrárias de jornalistas e ativistas dos direitos humanos são frequentes, segundo o estudo.
Sobre as democracias, o estudo indica que uma em cada duas é qualificada como ‘falha’ e na grande maioria dos países da Europa Oriental existe atualmente mais restrições à liberdade de imprensa e de expressão do que dez anos atrás.
O presidente da Fundação Bertelsmann, Aart De Geus, manifestou especial preocupação com a situação nos países vizinhos da União Europeia.
“Os países vizinhos da Europa tornaram-se mais conflituosos, menos estáveis e mais autoritários. O que preocupa é, principalmente, a crescente incapacidade para o debate social e político”, observou.
Essa situação, segundo o estudo, ajuda ao crescimento do populismo que, em muito países, já encontra terreno fértil na pobreza, desigualdade e na falta de perspectivas econômicas para boa parte da população.
O documento lamenta que os anos de prosperidade econômica mundial não tenham sido aproveitados para investir em educação e saúde e na luta contra a desigualdade social.
O estudo destaca ainda que a influência da religião na política aumentou em 53 países nos últimos dez anos e recuou em apenas 12.[Fonte: Yahoo]

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Albinos são cruelmente mutilados e partes do corpo são usadas em "poções mágicas"

A comercialização de poções e talismãs feitos com braços e pernas de albinos nos últimos anos transformou uma antiga crença popular em um mercado de luxo sombrio na Tanzânia.
Crentes na “medicina” dos curandeiros, a elite local paga milhares de dólares pelos produtos que, para eles, podem curar doenças e trazer sorte e prosperidade. Por trás desse comércio macabro, há ainda mais sofrimento do que se imagina, explica Don Sawatzky, diretor da ONG Under The Same Sun (Todos Sob o Mesmo Sol, em tradução livre), pois a maioria das vítimas é mutilada com requintes de crueldade.
— A mutilação é feita com a pessoa viva porque existe a crença de que a intensidade dos gritos aumenta a eficiência da poção. Quanto mais dor e mais a vítima gritar, mais eficiente a poção ficará, eles creem. "Eles são apenas albinos", dizem algumas pessoas. Eles não os veem como seres humanos.
Sawatzky diz que ninguém conhece, ao certo, a origem da crença em porções e talismãs feitos com partes do corpo de albinos, mas sabe-se que ela é muito antiga e que teve início em rituais tribais africanos.
Desde 2007, no entanto, a ONG vem acompanhando um crescimento nos ataques desse tipo: criminosos decepam braços e pernas de pessoas com albinismo e os vendem diretamente para os consumidores ou para curandeiros que produzem as poções e talismãs.
— Grande parte da população tanzaniana, tanto do interior quanto das grandes cidades e com diversos níveis de educação, ainda acredita nesse mito. O problema ficou quando várias tribos que viviam isoladas tiveram contato com novas culturas e também se adequaram ao modelo de negócios global. O capitalismo pode explicar o aumento e a "produção em massa" desses considerados talismãs.
Para Sawatzky, as mutilações só não são ainda mais frequentes porque os valores dos membros são muitos altos e os compradores se restringem a uma pequena elite rica.
— O preço de uma única parte do corpo pode variar entre R$ 3.300 (US$ 1.000) e R$ 10 mil (US$ 3.000). Enquanto houver demanda, sempre haverá um mercenário ou outro feiticeiro com um facão nas mãos. Os consumidores são os únicos que mantêm essa demanda viva.
Assassinatos, mutilações, sequestros e outros crimes contra albinos já foram noticiados em 25 países africanos desde 2006 (veja mapa abaixo), quando a primeira morte foi registrada oficialmente na Tanzânia. De lá para cá, pelo menos 75 albinos foram mortos somente em território tanzaniano e 61 sobreviveram a mutilações. Muitas mulheres albinas também são vítimas de estupro, porque existe a crença de que ter relações sexuais com elas cura a Aids. Esses números podem ser ainda muito maiores, já que a maioria dos crimes acaba não sendo registrada.
Preconceito
Ainda que um albino não chegue a ser vítima de um ato de violência física, Sawatzky afirma que eles convivem diariamente com o preconceito.
— A verdade é que eles sofrem uma profunda discriminação e isolamento social em todos os níveis, seja na família, aldeia, na hora de receber educação, de conseguir emprego e até mesmo proteção. Muitos profissionais da saúde, por exemplo, têm medo de tocá-los por achar que eles são amaldiçoados.
O albinismo é uma condição genética, não contagiosa, que só acontece quando ambos os pais possuem o gene (mesmo que não sejam albinos) e o passam para o filho. A criança nasce com pouca pigmentação na pele e nos cabelos.
— É muito raro uma criança albina ser aceita plenamente. Muitas famílias escondem as crianças por vergonha, mas outras o fazem para protegê-las de ataques. É muito comum os pais esconderem os filhos com albinismo de estranhos.
Na América do Norte e na Europa, uma criança em cada 17 mil a 20 mil nasce albina. Já na Tanzânia esse número sobe para uma em cada 1.400. Estima-se que haja 33 mil albinos no país. Apesar da maior incidência da condição genética, o preconceito ainda é comum e começa desde cedo.
— A reação normal de uma família depois de dar à luz uma criança com albinismo é o choque. Na maioria dos casos, os pais abandonam as mães. Eles acreditam que a criança é uma maldição ou filha de um fantasma europeu. Em outros casos, a família participa do ataque contra a criança, para se livrar dela e ganhar dinheiro ao mesmo tempo.
A falta de instrução sobre a condição dos albinos é o principal fator que alimenta esse preconceito e o comércio de talismãs e poções, mas o desconhecimento vai muito além da África.
— Mesmo nos países "desenvolvidos", as pessoas sabem muito pouco sobre o albinismo. Eu desafio você a encontrar alguém que tenha estudado albinismo na escola, faculdade ou universidade. A maioria das pessoas não quer saber sobre os problemas associados à pele e à visão que os albinos podem ter.
O trabalho do governo para combater os ataques tem sido ineficiente, diz Sawatzky.
— É preciso oferecer mais proteção e fazer programas de educação para acabar com esses mitos, equívocos e receios na sociedade. Reintegração sem entendimento só irá recriar o problema. Demora várias gerações para acabar com a discriminação.
Fundada em 2008, a ONG Under The Same Sun atua na Tanzânia para levar educação e inclusão social às pessoas com albinismo. Apenas em 2014, 326 estudantes receberam apoio da ONG, sendo a maioria crianças do jardim de infância e 35 alunos de faculdade.

Fonte: R7

Nota: 

O amor não faz mal ao próximo. De sorte que o cumprimento da lei é o amor. Romanos 13:10
A ninguém devais coisa alguma, a não ser o amor com que vos ameis uns aos outros; porque quem ama aos outros cumpriu a lei. Romanos 13:8
E à piedade o amor fraternal, e ao amor fraternal a caridade. 2 Pedro 1:7
E nós conhecemos, e cremos no amor que Deus nos tem. Deus é amor; e quem está em amor está em Deus, e Deus nele. 1 João 4:16
Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor. 1 João 4:8

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Papa viajará para Suécia para cerimônia de 500 anos da Reforma

O papa Francisco viajará para a cidade de Lund, na Suécia, no dia 31 de outubro para participar da cerimônia conjunta entre a Igreja Católica e a Federação Luterana Mundial para comemorar o 500° aniversário da Reforma Protestante.

O porta-voz do Vaticano, Federico Lombardi, explicou que esta visita do papa é "um gesto de diálogo muito significativo".
Na comemoração na Suécia estarão presentes o presidente e secretário-geral da Federação Luterana Mundial, o bispo Munib A. Younan, e o secretário da mesma, o reverendo Martin Junge.
Segundo um comunicado conjunto das igrejas católica e luterana, a comemoração é um exemplo das "sólidas" relações e do diálogo, e incluirá uma "oração comum" que foi redigida por ambas as igrejas.
Na nota, Junge expressou que está "profundamente convencido de que trabalhando pela reconciliação entre luteranos e católicos, trabalhamos pela justiça, pela paz e pela reconciliação em um mundo marcado pelos conflitos e pela violência". [Fonte: G1]

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