Reflexão Sobre o Salmo 23 - O Senhor é o meu Pastor e nada me faltará!


Plano de Aula de Ensino Religioso - Rede Municipal de Educação de Joinville, SC

Aula 01 - Período: 06/02/2017 a 10/02/2017
Ensino Religioso - ER

1. Apresentação e Interação:

* Data: __/__/2017 - Passado - Presente - Futuro (Reflexão)
* Disciplina: Ensino Religioso (E.R.):  www.cienciasdareligiao.blogspot.com
* Professor Jorge Schemes:  Currículo Lattes 
* Regras das aulas de Ensino Religioso: Respeito e Educação

2. Reflexão:

* Texto Sagrado da Tradição Judaica: "O Senhor é meu pastor e nada me faltará". Salmo 23:1
* Comentário e Feedback

3. Atividade no caderno de E.R. valendo nota:

* Escreva um texto contando como é a sua vida religiosa. (Mínimo 15 linhas - Tempo: 10 minutos)
Obs: Se você não tem uma vida religiosa escreva sobre a sua vida familiar ou como é o seu dia a dia.

4. Socialização e Avaliação:

* Leitura das redações em sala de aula.
* Feedback e comentários.

5. Meditação:

* Narração: Salmo 23 narrado por Cid Moreira (Bíblia na Linguagem de Hoje - BLH)
* Narração e Música: Salmo 23 narrado e cantado.
* Música: Salmo dos Salmos de Alessandra Samadello.

6. Desafio:

* Tente Memorizar o Salmo 23 para recitá-lo em sala de aula.


Especialista em estudos bíblicos afirma que Jesus existiu


Você acredita em Jesus? O russo Andréi Desnitski, um dos especialistas mais importantes em estudos bíblicos, não tem dúvidas diante da eterna interrogação sobre a veracidade dos fatos narrados na Bíblia.
Para ele, o que há de mais convincente do Evangelho é o seu conteúdo histórico, que não difere em nada ou contradiz as informações que temos sobre a Palestina do século I.

Essa é uma característica que diferencia a Bíblia de outros textos nos quais outras religiões estão baseadas, como ocorre com o Islã e o profeta Maomé, que, segundo Desnitski, é "a história de um êxito militar".

Com relação a Jesus, o especialista afirma que, embora seja difícil demonstrar com provas concretas a existência de um personagem histórico com essas características, ninguém pode provar, por exemplo, a existência de Buda ou Sócrates (figuras que não escreveram seus próprios relatos). O mesmo ocorre com Jesus: só podemos saber o que seus amigos e seguidores disseram dele. Desnitski acredita que o debate pode consistir em sua origem humana ou divina, mas não em sua existência.

Salmos Capítulo 150

O Grande Conflito - Capítulo 27 - Como Alcançar Paz de Alma - Autora: El...

Chimpanzés podem acreditar em Deus, diz estudo



Não são apenas os seres humanos que acreditam na existência de um Deus, os chiampanzés também podem ter uma crença. Uma observação científica mostra que os animais parecem ter desenvolvido um sistema ritualístoco para cultuar um Deus.

A descoberta, realizada por um grupo de cientistas da Universidade Humboldt de Berlim, na Alemanha, se deu por meio de uma pesquisa em que foram filmados com câmeras escondidas os que registraram um comportamento grupal que não tem que parece remeter a uma crença simbólica, hipótese reforçada pelo fato de a prática ter se repetido de forma idêntica em outras ocasiões esem um objetivo claro, uma função prática, como acontece em todas as tarefas coletivas dos animais. (Veja o vídeo abaixo).


Essa descoberta  provoca um questionamento: será que o sentimento religioso e a consciência de uma entidade superior obedecem a um caminho evolutivo em que os chimpanzés estão andando na mesma direção que nossa espécie?

 Crédito da Foto: AFP - Fonte: Yahoo.

Uma Ameaça à Liberdade Religiosa

Ameaça à Liberdade Religiosa no Brasil


Reportagem Sobre o Templo de Salomão em São Paulo, SP


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Democracia retrocede e influência da religião na política aumenta, indica estudo

Um estudo da Fundação Bertelsmann, com sede em Gütersloh, Alemanha, constatou um retrocesso da democracia e da economia social de mercado em todo o mundo e um aumento da influência da religião sobre as instituições políticas e jurídicas.
“A democracia e a economia social de mercado encontram-se em retrocesso em todo o planeta”, diz um comunicado de imprensa da fundação, no qual se resumem as conclusões do estudo.
O projeto, que contou com a participação de 250 cientistas, analisa a situação de 129 países em vias de desenvolvimento e transformação, para avaliar a qualidade dos respectivos governos, a partir da consideração de um total de 17 critérios.
Desses 129 países, a apenas seis é atribuída boa qualidade de governança, o que representa o nível mais baixo desde 2006, quando se começou a realizar o estudo periodicamente.
Apesar de nos países analisados, as democracias terem aumentado ligeiramente (de 72 para 74) e as autocracias terem diminuído de 57 para 55, a situação geral piorou relativamente a cada uma das respectivas formas de governo.
Desde o mais recente estudo – há dois anos –, as autocracias consideradas “duras” aumentaram de 58% para 73% e apenas 15 das 55 consideradas protegem em parte os direitos civis e se outorgam direitos políticos limitados.
Nas demais 40 autocracias, as detenções arbitrárias de jornalistas e ativistas dos direitos humanos são frequentes, segundo o estudo.
Sobre as democracias, o estudo indica que uma em cada duas é qualificada como ‘falha’ e na grande maioria dos países da Europa Oriental existe atualmente mais restrições à liberdade de imprensa e de expressão do que dez anos atrás.
O presidente da Fundação Bertelsmann, Aart De Geus, manifestou especial preocupação com a situação nos países vizinhos da União Europeia.
“Os países vizinhos da Europa tornaram-se mais conflituosos, menos estáveis e mais autoritários. O que preocupa é, principalmente, a crescente incapacidade para o debate social e político”, observou.
Essa situação, segundo o estudo, ajuda ao crescimento do populismo que, em muito países, já encontra terreno fértil na pobreza, desigualdade e na falta de perspectivas econômicas para boa parte da população.
O documento lamenta que os anos de prosperidade econômica mundial não tenham sido aproveitados para investir em educação e saúde e na luta contra a desigualdade social.
O estudo destaca ainda que a influência da religião na política aumentou em 53 países nos últimos dez anos e recuou em apenas 12.[Fonte: Yahoo]